Tu, quem quer que sejas

Francine Fernandes Weiss Ricieri

Resumo


Poetas simbolistas estabelecem um peculiar diálogo com seu público, no que diz respeito a suas concepções de escrita e às imagens que elaboram do criador literário; aos procedimentos técnicos (imagéticos, rítmicos) da fatura poética; à concepção das obras; bem como ao preparo das edições de seus livros. Este diálogo também se revela na atuação de tais escritores em periódicos, em que contribuem com a formação de grupos, a elaboração de poéticas, o estabelecimento de dissensões. Trata-se de relacionamento tenso, de que se pretendem discutir alguns aspectos.


Abstract: Symbolist poets establish a peculiar dialogue with their audience, in what concerns their conceptions of writing and their images of literary creator; in what concerns poetry technical procedures (imagery, rhythm); in what concerns their works conceptualizations, as well as the organization of their books editions. This dialogue is also revealed in the work of such writers in Literary newspapers and magazines, where they contribute to the formation of groups, to the elaboration of poetics, to the establishment of divergences. This paper intends to discuss some aspects of that tense relationship.
Keywords: Symbolist poetry; Decadent poetry; Literary reception, writer, reader.


Palavras-chave


poesia simbolista; poesia decadente; recepção; escritor; leitor.

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