A escritura do branco

José Carlos Prioste

Resumo


A poesia de Mallarmé configura um jogo dialético de ambivalência paradoxal
que conjuga tanto um esquema ontológico da desrealização através da representação
lingüística da presença do Nada como mediatiza, pela atenção à palavra virginal e
encantatória, uma tensão entre lírica e sociedade efetuada por uma linguagem que se
põe em desacordo com o todo que a circunda.

Palavras-chave


linguagem, lírica e sociedade.

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