A A simbólica do mal de Paul Ricoeur
um mal maior que o sagrado?
DOI:
https://doi.org/10.55702/3m.v30i60.69898Palavras-chave:
A simbólica do mal, Paul Ricoeur, Mircea Eliade, o sagrado, o malResumo
O objetivo do presente artigo é apresentar um aspecto específico do livro A simbólica do mal de Paul Ricoeur através da explicitação do contexto epistemológico em que ele está inserido, e da reflexão em torno das ferramentas que o filósofo cria com o objetivo de estruturar sua tese sobre a compreensão do fenômeno do mal. Formula-se a hipótese de que o entendimento da forma como Ricoeur trata o problema, para ele crucial, do mal, firma-se melhor quando são restituídas algumas alternativas diversas do caminho que ele propõe. O artigo, sem qualquer pretensão de exaustividade, explora mais particularmente de que maneira a mobilização da tradição judaico-cristã determina o tipo de relação entre o mal e o sagrado que pode ser lida no discurso de Ricoeur.
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