NIETZSCHE: a tragédia como jogo de intemporalidade

Autores

  • Alexandre Augusto Bellei

DOI:

https://doi.org/10.59488/tragica.v2i2.24264

Resumo

A presente reflexão orienta-se a partir de O nascimento da tragédia. Trata-se, portanto, de uma reflexão sobre Apolo e Dioniso enquanto operadores conceituais da metafísica de artista. Esta, por sua vez, construída a partir do olhar nietzschiano sobre a tragédia, requer uma abordagem sobre duas concepções de tempo implícitas no desenvolvimento discursivo do autor: a metáfora do sonho como intuição da intemporalidade, a partir da simbologia onírica de Apolo e a metáfora da embriaguez como vivência da intemporalidade, sob o influxo dionisíaco. Neste sentido O nascimento da tragédia é prolongado por outros textos da juventude nietzschiana, tal como A visão dionisíaca do mundo.

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Publicado

2019-03-26

Como Citar

BELLEI, Alexandre Augusto. NIETZSCHE: a tragédia como jogo de intemporalidade. Trágica: Estudos de Filosofia da Imanência, [S. l.], v. 2, n. 2, 2019. DOI: 10.59488/tragica.v2i2.24264. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/tragica/article/view/24264. Acesso em: 31 jul. 2026.