O TÁTIL E O HÁPTICO NA EXPERIÊNCIA ESTÉTICA: CONSIDERAÇÕES SOBRE ARTE E CEGUEIRA

Autores

  • Virginia Kastrup UFRJ

DOI:

https://doi.org/10.59488/tragica.v8i3.26831

Resumo

A relação entre arte e cegueira pode ser abordada em três eixos distintos: as imagens de pessoas cegas em obras de arte, a arte feita por cegos e a arte acessível a pessoas cegas. O último eixo coloca o problema da acessibilidade estética a museus e exposições de arte, no contexto de um paradigma estético e de uma sociedade visuocêntrica. No primeiro eixo, Zina Weigand1 aponta que prevalece a representação negativa do cego ao longo da história, desde o teatro profano da Idade Média, passando pelos textos bíblicos, pela pintura - bem caracterizada por A parábola dos cegos, de Brugel - e é ainda presente nos dias atuais.

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Biografia do Autor

Virginia Kastrup, UFRJ

Professora titular do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Contato: virginia.kastrup@gmail.com

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Publicado

2015-09-16

Como Citar

KASTRUP, Virginia. O TÁTIL E O HÁPTICO NA EXPERIÊNCIA ESTÉTICA: CONSIDERAÇÕES SOBRE ARTE E CEGUEIRA. TRÁGICA: Estudos de Filosofia da Imanência, [S. l.], v. 8, n. 3, 2015. DOI: 10.59488/tragica.v8i3.26831. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/tragica/article/view/26831. Acesso em: 22 abr. 2026.