DISPOSITIVO E IMAGEM: UMA RELAÇÃO COM O FORA

Flávia Virgínia Santos Teixeira

Resumo


A máquina governamental1 produz sujeitos e faz uso dos mais diversos dispositivos como forma de disseminação do poder e condução da vida2 . Contudo, isto não significa que os dispositivos não sejam passíveis de subversões, seja mediante profanação, seja por fuga, seja por transgressão. Como afirma Deleuze, “pertencemos a dispositivos e neles agimos”3 e por isso mesmo é preciso pensar no dispositivo a partir de uma abordagem imanente, afirmativa e múltipla, diferente de um sistema rígido, positivo e meramente instrumental.

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