Nietzsche y la danza
Una interpretación filosófica de la expresión corporal como manifestación de la afirmación vital
DOI:
https://doi.org/10.59488/tragica.v19i1.71691Palavras-chave:
Danza, Símbolo, Expresión, TransvaloraciónResumo
El objetivo de este artículo es realizar una exégesis sobre la confluencia entre la filosofía de Nietzsche y la danza. Tomaremos como base el aforismo Das Tanzlied – “El Canto Danzante” de la obra Así habló Zaratustra y otras citas del autor sobre la danza y el movimiento. Nietzsche utilizó la expresión artística como una interpretación simbólica de la alternancia de los estados que caracterizan una vida auténtica, autónoma y poderosa, representando la integralidad y la autorrealización del sujeto. El tema permite profundizar y esclarecer las ideas sobre el cuerpo que danza y se expresa de manera genuina. Contextualizaremos el pensamiento de Nietzsche, con su estilo y reflexiones singulares, al examinar la metáfora de la danza en sus obras, ilustrando la ligereza y la riqueza humana situadas en la superación de límites y en la afirmación de la vida. El análisis de la relación entre Nietzsche y la danza ofrece capas de significados filosóficos. El problema central se presenta en el aspecto de la alternancia que atraviesa la vida, siendo la danza una representación simbólica de fluidez, movimiento y apropiación de la vida en su potencia. Para realizar esta investigación, utilizaremos las citas del autor en las que la danza y sus significados complementarios están presentes.Downloads
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