Mapeamento das Zonas de Transporte e de Deposição de Escorregamentos Rasos por Meio de Ferramentas Semiquantitativas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36403/espacoaberto.2022.53623

Palavras-chave:

Serra do Mar, Cicatrizes, Trajetória dos Sedimentos, Curvatura e Ângulo de Encosta

Resumo

A avaliação da suscetibilidade a escorregamentos vem sendo amplamente discutida na literatura. Entretanto, no Brasil, ainda são escassas pesquisas que diferenciam as zonas de ruptura, transporte e deposição decorrentes destes processos. Dessa forma, o objetivo central deste trabalho foi identificar as zonas de transporte e de deposição (runout) dos escorregamentos rasos na Serra do Mar, e sua correlação com a morfologia das encostas. Foi selecionada uma bacia hidrográfica, amplamente afetada por escorregamentos rasos, no município de Itaoca (SP), em janeiro de 2014, onde foram analisados, conjuntamente, o inventário de cicatrizes e dois parâmetros morfológicos (ângulo e curvatura da encosta), identificando-se, portanto, limiares entre as zonas de ruptura e transporte/deposição. Os resultados indicaram um maior volume do material transportado em 2014 e uma maior quantidade de zonas potencialmente deposicionais em eventos futuros. Esta avaliação permitiu um maior detalhamento da trajetória dos sedimentos a partir da ruptura, que pode ser usada como instrumento em áreas suscetíveis e densamente ocupadas.

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Publicado

2022-12-09

Como Citar

CAPELLA, Camilla Pereira; BONINI, José Eduardo; VIEIRA, Bianca Carvalho. Mapeamento das Zonas de Transporte e de Deposição de Escorregamentos Rasos por Meio de Ferramentas Semiquantitativas. Espaço Aberto, Rio de Janeiro, Brasil, v. 12, n. 2, p. 247–264, 2022. DOI: 10.36403/espacoaberto.2022.53623. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/EspacoAberto/article/view/53623. Acesso em: 12 jun. 2024.

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