Parmenides on Knowing What-is and What-is-not

James Lesher

Resumo


Parmênides se apresenta ao seu público como alguém que alcançou um profundo discernimento da natureza de to eon ou “o-que-é”. Para sustentar essa posição ele efetuou um elenchos ou “prova” dos caminhos de inquérito disponíveis para pensar, identificando e depois usando, durante o processo, um conjunto de sēmata ou “signos” informativos. A esse respeito, Parmênides falava a linguagem da descoberta que ouvira na antiga poesia grega. Do mesmo modo, sua afirmação de que nós não podemos nem aprender e nem conhecer o-que-não-é (logo, não devemos dizer ou pensar “não é”) era justificada pelo sentido comum dos antigos verbos gregos para aprender e conhecer. De maneira impressionante, a metafísica revisionista de Parmênides se apoiava em grande medida na visão amplamente compartilhada daquilo que pode ser aprendido, conhecido e tornar conhecido a outros.

Palavras-chave


descriptive metaphysics; revisionary metaphysics; knowing; learning; thinking; testing; discovery; signs; what-is; what-is-not; elenchos; sêma; oida; gignôskô; manthano; punthanomai; noeô; Aristotle; Homer; Parmenides

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Referências


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DOI: https://doi.org/10.47661/afcl.v14i28.38781

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