A crítica de Aristóteles à concepção platônica de phantasía

Felipe Gonçalves Pinto

Resumo


Resumo: O escopo do trabalho é analisar e interpretar a crítica de Aristóteles à concepção platônica de phantasía (De Anima III, 3). Para isso, iniciamos com um estudo da discussão em torno da phantasía no diálogo Sofista, de Platão. Concluiremos apontando a abrangência da distinção das duas compreensões -- de Platão e de Aristóteles -- acerca da phantasía e, portanto, o alcance do argumento apresentado em De Anima.

Palavras-chave: Filosofia Antiga; Aristóteles; De Anima; phantasía.

Abstract: Our purpose in this article is to analyze and interpret the Aristotle's critique of the Platonic phantasia (De Anima III, 3). To do so we begin with a study of the discussion about phantasia in the Plato's dialogue Sophist. We shall conclude by pointing out the reach of Platonic and Aristotelian ways of understanding the meaning of phantasia and therefore the importance of the argument, in that chapter of De Anima III, against the platonic definitions of phantasia.

Keywords: Ancient Philosophy; Aristotle; De Anima; phantasía.


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Revista Ítaca - Periódico acadêmico administrado e editado por discentes de pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro

ISSN (1519-9002 | 1679-6799) 

 

Última atualização: Agosto/2019

Last update: Agust/2019