De Gerd Bornheim a João Cabral

“A educação pela máquina” como resposta a “A educação pela pedra”

Autores

Resumo

Este trabalho compara o poema “A educação pela pedra”, de João Cabral, e o ensaio “A educação pela máquina”, de Gerd Bornheim. Propõe-se que o texto de Bornheim dialoga com a metodologia de aprendizagem de João Cabral. O ensaio aproxima-se da literatura como forma de crítica. Leitor atento de João Cabral, Bornheim reconhecia na poesia um espaço de reflexão sobre a sociedade, situando o poeta entre os “poetas-pensadores”. A análise evidencia as confluências entre a pedra cabralina, como signo de resistência, e a máquina bornheimiana, metáfora do impacto tecnológico.

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Biografia do Autor

Monick Pereira de Araújo dos Santos, Universidade Federal do Espírito Santo

Monick Pereira de Araújo dos Santos, mestra em Letras pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop/2023). Doutoranda em Letras pelo Programa de Pós-graduação da Universidade Federal do Espírito Santos (PPGL- Ufes) e professora substituta do Departamento de Linguagens, Cultura e Educação (DLCE- Ufes).

Gaspar Leal Paz, Universidade Federal do Espírito Santo

Gaspar Leal Paz, doutor em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ/2010). Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj/2003). Professor do Departamento de Teoria da Arte e Música (Centro de Artes) e do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal do Espírito Santo.

Publicado

2026-03-27