CORES E MARCAS DOS RECRUTAS E MARUJOS DA ARMADA, c. 1822-c. 1860

Autores/as

  • Silvana Jeha

Resumen

Este artigo trata das cores dos recrutas e marinheiros da Armada Nacional e Imperial do Brasil. Estatísticas foram criadas a partir das tripulações dos navios e documentação de recrutamento nas províncias e destrinchadas por meio da legislação, da prática do recrutamento e das trajetórias dos indivíduos. Procura-se demonstrar que o recrutamento foi um processo de nacionalização conduzido pelo Estado sob a égide do conflito com a população, cuja cor, muitas vezes sinônimo de status social, foi fundamental no processo. Os vários termos usados para cor no período também são analisados.

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Publicado

2013-07-20

Cómo citar

Jeha, S. (2013). CORES E MARCAS DOS RECRUTAS E MARUJOS DA ARMADA, c. 1822-c. 1860. Revista De História Comparada, 7(1), 36–66. Recuperado a partir de https://revistas.ufrj.br/index.php/RevistaHistoriaComparada/article/view/366

Número

Sección

Artigos