Não vamos ao hiper, nos mudamos para o hiper (e lá permanecemos por quatro dias)

Maria Luiza (Malu) Fragoso

Resumo


A atual sedução por maÌquinas e tecnologia, especialmente aquelas que têm a capacidade de interagir/comunicar, ou seja, maÌquinas “inteligentes”, desperta uma produção simboÌlica na arte que lida com processos de tomada de conscieÌ‚ncia sobre conexões entre seres vivos e máquinas. Tratamos aqui de descrever um pouco da vivência de um acontecimento/dispositivo que provoca essas conexões, o Hiperorgânicos.


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DOI: https://doi.org/10.37235/ae.n33.11085

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 Revista arte e ensaios

e-ISSN: 2448-3