O gato de Freud e a sua manifestação na escrita de Sartre e de Blanchot
Abstract
A partir da análise de dois textos de Sigmund Freud, Análise fragmentária de uma histeria (“o caso Dora”) e Estudos sobre a histeria, este artigo pretende apresentar dois pontos: primeiro, como a inscrição da palavra gato nos textos freudianos acima destacados se revela como uma abertura conceitual no desenvolvimento do trabalho do psicanalista, tornando-se um ponto de convergência importante para algumas de suas obras posteriores. E, segundo, como a inscrição freudiana da palavra gato se manifesta em dois outros textos: Que é a literatura?, de Jean-Paul Sartre, e “A literatura e o direito à morte”, de Maurice Blanchot.Downloads
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