RELAÇÃO DA CARGA SUBJETIVA DURANTE O TESTE DE REPETIÇÃO MÁXIMA PARA O MEMBRO INFERIOR EM INDIVÍDUOS TREINADOS

Ewertton Souza Bezerra, Alexsandre Pereira Barbosa, Rômulo de Oliveira Sena, Carlos Eduardo Cavalcante Coêlho, Odivaldo de Souza Marques, Thiago Macedo Guimarães, Alberto Carlos Amadio, Luiz Mochizuki, Julio Cerca Serrão

Resumo


O objetivo do estudo foi verificar as diferenças entre a carga subjetiva (1T) com as alcançadas nas tentativas posteriores (2T e 3T) no teste de 10 RM em indivíduos treinados para exercícios do membro inferior. O grupo experimental foi composto de 16 indivíduos do sexo masculino (24,4 À 6,7 anos, 78,6 À 9,42 kg, 171À 6,14 cm). Foram realizadas três tentativas com o intervalo de 5 minutos entre as mesmas e de 20 minutos entre os exercícios cadeira extensora (EXT) e agachamento (AGA). A análise de variância apresentou diferença significativa quando da comparação entre os resultados apresentados para EXT e AGA. O coeficiente de correlação intraclasse (ICC) foi de 0,91 e 0,85 para os exercícios EXT e AGA, respectivamente. Parece que a determinação da carga inicial de forma subjetiva pode não ser um parâmetro confiável para a prescrição do treinamento de força, sendo necessária a aplicação do teste para a obtenção deste parâmetro.

Palavras-chave


Carga subjetiva. Repetição máxima. Membro inferior.

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