A Terra sem mal e os males da terra: Um estudo dos conflitos sobre território indígena à luz da antropologia jurídica

Filipe Novaes Pinto

Resumo


Este artigo propõe uma breve incursão pela literatura etnológica e uma crítica às teorias generalizantes e às construções conceituais assimétricas nas relações interculturais. O desenvolvimento inclui uma análise sobre a conceituação da terra como propriedade privada e das bases cosmológicas dos Guarani, tendo como objetivo principal identificar as origens de um conflito baseado em visões de mundo tão distintas. Também se apresenta a antropologia jurídica como possibilidade de compreender criticamente as diferentes formas de apreensão do fenômeno jurídico e o papel hegemônico da sua forma ocidental de realização -- isto é, o direito.


Palavras-chave


antropologia jurídica, multijuridismo, cosmologia guarani, território indígena, terra sem mal

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