Pesquisas sobre a autolegitimidade de policiais indicam que a percepção desses agentes sobre a justiça procedimental em suas instituições impacta a maneira como eles entendem seu trabalho e sua autoridade. Este estudo apresenta uma análise comparativa das respostas de policiais civis e militares na cidade de São Paulo, coletadas em um survey aplicado em 2016. Explora-se o modo como policiais de corporações distintas percebem suas instituições e os procedimentos adotados por elas. Notou-se uma tendência de convergência nas percepções de policiais civis e militares sobre suas instituições. As implicações destes resultados para a prática policial são discutidas.
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Biografia do Autor
Viviane de Oliveira Cubas, Universidade de São Paulo
Pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo (USP, Brasil). É doutora e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da USP e tem graduação em ciências sociais pela mesma universidade.
Renato Antonio Alves, Universidade de São Paulo
Pesquisador do NEV/USP. É doutor e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano (PPG/PSA) e tem graduação em ciências sociais pela USP e em psicologia pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp, São Paulo, Brasil).
André Rodrigues Oliveira, Universidade de São Paulo
Pesquisador do NEV/USP. É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Física (PPGF) da USP e tem graduação em ciências sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
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