ato infracional, vulnerabilidade social, justiça restaurativa, intersetorialidade, socioeducação
Resumo
Este artigo investiga a justiça restaurativa no atendimento ao adolescente autor de ato infracional em contexto de vulnerabilidade social. Realizamos entrevistas semiestruturadas com adolescentes, familiares, facilitadores e membros da rede de proteção social de quatro cidades do Brasil: Caxias do Sul-RS, Ponta Grossa-PR, Belém-PA e Santarém-PA. Os depoimentos dos participantes foram correlacionados com dados quantitativos secundários disponíveis em bases de dados. Concluímos que o enfrentamento das condições de vulnerabilidade social por meio da articulação intersetorial é uma necessidade no atendimento da justiça juvenil restaurativa.
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Biografia do Autor
Glaucia Mayara Niedermeyer Orth, Universidade Cesumar
Professora dos cursos de psicologia e direito da Universidade Cesumar (UniCesumar, Ponta Grossa, Brasil). É doutora e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais Aplicadas (PPGCSA) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG, Brasil), e tem graduação em psicologia pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro). É psicóloga e atua no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc).
Jussara Ayres Bourguignon, Universidade Estadual de Ponta Grossa
Professora associada do curso de serviço social e do PPGCSA-UEPG. É doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP, Brasil), mestre em Prática Profissional e Política Social pela PUC-SP, e tem graduação em serviço social pela UEPG.
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