conflitos sociais, unidades de conservação, ação social, política ambiental, resistência social
Résumé
Este artigo apresenta dados sobre o surgimento e a consolidação da política pública de criação de áreas protegidas entre 1940 e 2000 no território do estado do Espírito Santo. Metodologicamente, trata-se de um estudo de caso. Buscou-se analisar processos envolvendo estratégias de ação coletiva sob a ótica dos conflitos sociais. O texto apresenta considerações sobre a participação da sociedade civil na transição entre um modelo pessoalizado — mais suscetível às vontades individuais (ações de governos) — e outro pautado nos debates públicos, ou seja, institucionalizado (política de Estado).
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Biographie de l'auteur
Leonardo Bis Santos, Instituto Federal do Espírito Santo
Professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Humanidades (PPGEH) do Instituto Federal de Educação, Ciência, Tecnologia do Espírito Santo (Ifes, Vitória, Brasil). É doutor pelo Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes, Vitória, Brasil), mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais (PPGPS) da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf, Campos dos Goytacazes, Brasil), e tem graduação em Ciências Sociais pela Ufes. Coordena o Grupo de Estudos, Pesquisas e Extensão em Sociedade e Emancipação (Gepese) do CNPq.
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à DILEMAS - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons tipo atribuição BY (CC-BY), que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.