O transporte coletivo como ‘grande problema sem resolução’: O não associativismo e a contestação pública de mazelas

Ailton Gualande Junior

Resumo


Este artigo objetiva discutir os limites conceituais das noções de problema público e arena pública. Fundamenta-se nos resultados de uma pesquisa sobre críticas de usuários ao transporte coletivo da cidade do Rio de Janeiro. Nesse contexto, o não associativismo surge como modalidade de ação coletiva e de formação de públicos abstratos e dispersos. Ao mesmo tempo, os transtornos relacionados ao serviço de mobilidade urbana carioca se tornam extremamente complexos e rotinizados no cotidiano, conformando um grande problema público, compreendido pelos atores como um fenômeno sem solução ou que não se resolve.


Palavras-chave


arenas públicas, crítica, não associativismo, transporte coletivo, Rio de Janeiro

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DOI: https://doi.org/10.4322/dilemas.v15n1.35972

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