policiais na política, conservadorismo, discurso, direitos humanos, legislativo
Resumo
Policiais e militares têm migrado para a política partidária desde a democratização no Brasil. Este artigo investiga esse fenômeno no legislativo paulista em dois contextos distintos. Por meio de pesquisa documental, são comparadas a chamada “bancada da bala” da 18ª legislatura (2015–2019) e a “bancada da segurança”, eleita pela primeira vez na 11ª legislatura (1987–1991). Apesar de os dois grupos apresentarem continuidades em relação à segurança pública, há novas negociações e disputas pela política de direitos humanos. Discute-se também como a “bancada da bala” reorganiza conservadorismos no campo político ao abrir espaços de conexão com grupos diversos.
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Biografia do Autor
Roberta Heleno Novello, Universidade de São Paulo
Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade de São Paulo (USP, Brasil), mestre pelo mesmo programa e graduada em ciências sociais pela mesma universidade. É pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP.
Marcos César Alvarez, Universidade de São Paulo
Professor livre docente do Departamento de Sociologia da USP e coordenador do NEV/USP. É doutor e mestre pelo PPGS da USP e graduado em ciências sociais pela mesma universidade.
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