homicídios, problema público, Mapas da violência, Espírito Santo, Estado
Resumo
Este trabalho discute a constituição do homicídio como problema público, analisando sua percepção a partir de reportagens jornalísticas de diferentes momentos históricos até a emergência dos Mapas da violência. Tomando o caso do Espírito Santo como exemplo, o texto problematiza a construção de diagnósticos por parte dos programas de governo que buscam enfrentar o homicídio, apontando os limites da crítica desses documentos. Por fim, discute a gestão da vida e da morte pelo Estado, argumentando que a constituição do homicídio como problema público se insere no contexto geral da ação estatal a partir de um enfrentamento lateral.
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Biografia do Autor
Marco Aurélio Borges, Universidade Vila Velha
Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Segurança Pública da Universidade Vila Velha (UVV, ES, Brasil) e pesquisador associado do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana (Necvu) da UFRJ e do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão sobre Violência, Segurança Pública e Direitos Humanos (Nevi) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes, Vitória, Brasil). É doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, Rio de Janeiro, Brasil), mestre pelo curso de Pós-Graduação em Cognição e Linguagem (PGCL) da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf, Campos dos Goytacazes, Brasil) e graduado em ciências sociais pelo Centro Universitário São Camilo – ES (Cusc, Cachoeiro de Itapemirim, ES,Brasil).
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à DILEMAS - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons tipo atribuição BY (CC-BY), que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.