Actualmente México experimenta un problema generalizado de desaparición de personas en un contexto de violencia criminal e institucional. Al mes de diciembre de 2021 el total de personas en calidad de desaparecidas asciende a 95.000, cifra que desencadenó una crisis forense en torno al tratamiento de cuerpos y de fosas clandestinas y comunes. Miles de estas desapariciones han sido atribuidas al crimen organizado. En este artículo argumento que la crisis humanitaria por desaparición ha replanteado el significado tradicional de la muerte en México y en particular el papel del cuerpo, en tanto signo y símbolo del duelo y la justicia.
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Biographie de l'auteur
Salvador Maldonado Aranda, El Colegio de Michoacán A.C.
Professor e pesquisador do Centro de Estudos Antropológicos de El Colegio de Michoacán (México). Coordenou e dirigiu diversos projetos de pesquisa sobre violência criminal, ativismo político contra a violência e experiências colaborativas no campo da segurança humana com financiamento nacional e internacional. Possui doutorado em antropologia pela Universidad Autónoma Metropolitana (UAM, Ciudad de México, México) e pós-doutorado em antropologia pela Universidad de Barcelona (UB, Espanha).
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