Based on field research with a support group for relatives of road traffic victims; military police officers withdrawn from working on the streets due to physical and/or psychological problems; and people forced to become wheelchair users following accidents and now training in a sports-related project, the article analyses these actors’ memories of pain and the impact of these recollections on their everyday activities in the present. It discusses how these people have coped with changes in their ‘schemes of relevance,’ their relationships with third parties, environments, and objects, which point to profound changes in themselves after (and due to) encounters with death. I highlight how distinct conceptions of self are managed by these interlocutors to give coherence to their sense of self and to stabilize their emotions.
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Biografia do Autor
Vittorio Talone, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Pesquisador de pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, Brasil) e pesquisador associado do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana (Necvu) da UFRJ. É doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj, Brasil), mestre pelo PPGSA/UFRJ e graduado em ciências sociais pela UFRJ.
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