políticas públicas, prisão, mulheres, pessoas LGBT, populações específicas
Resumo
Este trabalho tem como base uma pesquisa sobre o fazer política pública para “populações específicas” presas (especialmente pessoas LGBTQI+), conduzida em diversos espaços e em meio a muitas circulações. Pensando no movimento que tem se desenhado nos últimos anos em pesquisas acadêmicas, no sentido de se compreender a prisão por meio de suas porosidades, proponho pensá-las a partir do atravessamento de múltiplas camadas de poderes, escalas, ou ainda, como porosidades verticais. Especificamente neste artigo, enfocarei o fazer das políticas específicas no âmbito do Supremo Tribunal Federal, Conselho Nacional de Justiça e governo federal. Faço isso, especialmente, seguindo a trajetória de vários “papéis”e de uma interlocutora, fazendo antes uma pequena contextualização sobre como ela própria atravessa essas escalas, para então aprofundar como se dão as rotinas burocráticas de tais politicas generificadas nesses lugares.
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Biografia do Autor
Roberta Olivato Canheo, Universidade Federal Fluminense
Doutoranda em Direito e Socioloia pela Universidade Federal Fluminense
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