Polícia penal, isomorfismo, grupos de elite, militarismo
Resumo
Este artigo mapeia a criação, descreve as funções e ações dos grupos especiais da polícia penal brasileira. Instituídos inicialmente no Rio de Janeiro para o controle das prisões, suas práticas se assemelham às de batalhão da Polícia Militar do mesmo estado. Esta “especialidade” policialesca se espalha pelos estados brasileiros pela reprodução de normativas e treinamento dos grupos antigos. Tal rede articula os diferentes grupos especiais do sistema prisional, que utilizam práticas de guerra sob a justificativa de contenção das facções.
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Biografia do Autor
Dejesus de Souza Silva, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil
Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais (PPGS-UFMG) e pesquisador do Centro de Estudos em Criminalidade e Segurança Pública (Crisp-UFMG). É mestre em Sociologia pelo PPGS-UFMG e graduado em Ciências Sociais pela mesma universidade.
Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil
Professora adjunta do Departamento de Sociologia (DSO) e pesquisadora do Centro de Estudos em Criminalidade e Segurança Pública (Crisp), ambos da Universidade Federal de Minas Gerias (UFMG). É doutora em Sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), mestre e bacharel em administração pública pela Fundação João Pinheiro (FJP) e bacharel em Direito pela UFMG.
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