Justiça de Transição, Ditadura, Memória, Verdade, Justiça.
Resumo
O presente estudo busca identificar as possíveis causas do insucesso das políticas de justiça transicional no Brasil em construir uma consciência coletiva sobre as atrocidades da Ditadura Civil-Militar de 1964, redundando na ascensão do ultraconservadorismo ao comando do país e na ameaça de uma iminente ruptura democrática. Através de revisão bibliográfica, exploraram-se os principais legados do período de exceção que geraram obstáculos ao avanço da justiça transicional no Brasil e resultaram na ascensão do ultraconservadorismo no país, tendo em comum a evidência da manutenção dos interesses de grupos ligados à Ditadura Civil-Militar.
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Biografia do Autor
Diego Pereira Viégas, Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, RS, Brasil
Advogado e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais e Direitos Humanos da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). É mestre em Políticas Sociais e Direitos Humanos, especialista em Direito Civil e Processo Civil e bacharel em Direito pela UCPel.
Renato da Silva Della Vechia, Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, RS, Brasil
Doutor e mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), bacharel e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel) e especialista em Ciência Política pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). É professor adjunto IV do Programa de Pós-Graduação em Política Social e Direitos Humanos e membro do Conselho Consultivo da Escola de Serviço Social da UCPel. É membro do Conselho Editorial da Revista História e Luta de Classes, coordenador do Núcleo de Economia Solidária e Incubação de Cooperativas (NESIC-UCPel). Exerceu as funções de coordenador de Extensão da UCPel e de coordenador geral da Associação de Apoio à Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Economia Solidária.
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