Por uma história não finalista da punição: soberania, disciplina e controle e a atualidade de Vigiar e Punir
DOI:
https://doi.org/10.4322/dilemas.v18.n3.67943Palavras-chave:
Michel Foucault, Gilles Deleuze, punição, soberania, poder disciplinar, sociedade do controleResumo
Este artigo revisita a obra de Michel Foucault, particularmente Vigiar e Punir e textos que orbitam este livro, para delimitar o modo pelo qual os adventos das tecnologias de poder aparecem em meio ao pensamento do autor a partir de um movimento simultâneo de ruptura e de rearticulação. Também são mobilizadas, no mesmo sentido, as discussões de Gilles Deleuze a respeito das sociedades de controle. Pretende-se sugerir, a partir dessa problematização, não apenas que Vigiar e Punir e os textos que o orbitam permanecem atuais, mas também que uma afinidade entre a perspectiva não linear e não finalista da história da punição em Foucault e a literatura contemporânea das assemblages pode ser estabelecida.
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