O rio da diáspora e a casa do pertencimento: reflexões em torno de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra

Sueli Saraiva, José Carlos Siqueira

Resumo


Refletindo sobre o campo dos estudos diaspóricos como viés teórico-interpretativo para o que se convencionou chamar de “literatura da diáspora”, propomos neste trabalho analisar a diáspora como tema na narrativa africana de língua portuguesa, exemplificada no romance moçambicano Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto. Será verificado o modo como o par dilemático “tradição e modernidade”, que perpassa a narrativa, aliado ao tema da viagem de retorno à terra natal, caracteriza a personagem central como sujeito diaspórico e as marcas das rupturas identitárias que o constituem.

Palavras-chave


diaspora, African literatures, Mozambican novel, Mia Couto.

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DOI: https://doi.org/10.35520/mulemba.2016.v8n14a4325

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