Uma filosofia popular de Mangueira
Parole chiave:
Samba, Popular, Morro, FilosofiaAbstract
O texto propõe a sistematização de uma filosofia popular da Mangueira, fundamentada nos saberes produzidos a partir do cotidiano e da resistência dos morros cariocas. O autor utiliza a trajetória da escola de samba Estação Primeira de Mangueira para validar o samba como um legítimo instrumento epistemológico, capaz de subverter narrativas coloniais e reconstruir a identidade nacional. Através do conceito de filosofia popular brasileira, a obra reivindica a dignidade intelectual de figuras marginalizadas pela história oficial, transformando o pretuguês e a expressão corporal em formas de pensamento político. O estudo destaca a importância de nomes como Cartola, Dona Zica e Leci Brandão para a manutenção de uma memória coletiva que desafia o apagamento social. Assim, a Mangueira é apresentada não apenas como agremiação festiva, mas como um território de produção de conhecimento e justiça simbólica para o povo negro.
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