ATENCCIÓN DE SALUD MENTAL: PERSPECTIVA DE LOS TERAPUETAS OCUPACIONALES EM CLÍNICAS DE REHABILITACIÓN FÍSICA
Mental healthcare: perspective of occupational therapists in physical rehabiliitation clinics
DOI:
https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto69865Palabras clave:
Terapia Ocupacional, Rehabilitación, Salud Mental, integralidadResumen
Resumen: Contextualización: La terapia ocupacional es una profesión que orienta sus intervenciones a través de la relación entre el sujeto, sus ocupaciones y el contexto en el que se encuentra. Se exploran los impactos del padecimiento físico en el sujeto y el sufrimiento psíquico provocado por la ruptura de la vida cotidiana, considerando los principios del Sistema Único de Salud, la ley sobre los derechos de las personas con discapacidad y la ley de los derechos de las personas con trastornos mentales. Objetivo: Este estudio tiene como objetivo comprender la perspectiva de los terapeutas ocupacionales sobre la importancia de ofrecer atención a la salud mental durante el proceso de rehabilitación física. Metodología: La recolección de datos se realizó mediante entrevistas semiestructuradas presenciales. En total, dos profesionales conformaron la muestra, abarcando los ambulatorios de gerontología y neurología. Los resultados fueron discutidos con base en la Asociación Americana de Terapia Ocupacional y en la literatura sobre salud. Resultados y Discusión: Las entrevistadas relatan la frecuencia de sufrimiento psíquico en los usuarios del servicio. Los resultados señalan que las terapeutas ocupacionales valoran el cuidado biopsicosocial y orientan su práctica bajo la lógica de la acogida, la integralidad, la humanización y la implicación ocupacional. Consideraciones finales: El objetivo del estudio fue alcanzado. Las prácticas de las profesionales se mostraron alineadas con el principio de integralidad, del cuidado humanizado, de la acogida y del modelo biopsicosocial.
Descargas
Citas
Amaral JR, Marques CS. Luto e melancolia: o que se perde ao adoecer? Revista Mineira de Ciências da Saúde. 2018; Patos de Minas: UNIPAM, (3):70‐87. https://revistas.unipam.edu.br/index.php/revistasaude/article/view/5060
Aragão Oliveira, R. (2012). Para pensar... a dor depressiva na reabilitação da incapacidade física adquirida. Análise Psicológica, 20(3), 471–478. https://doi.org/10.14417/ap.333 DOI: https://doi.org/10.14417/ap.333
Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. Edições 70.
Braga, I. B., Santana, R. C., & Ferreira, D. M. G. (2015). Depressão no Idoso. ID on Line REVISTA de PSICOLOGIA, 9(26), 142. https://doi.org/10.14295/idonline.v9i26.332 DOI: https://doi.org/10.14295/idonline.v9i26.332
Brasil. Lei Nº 10.216. Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Presidente da república. Brasília-DF; 2014. https://hpm.org.br/wp-content/uploads/2014/09/lei-no-10.216-de-6-de-abril-de 2001.pdf
Brasil. Lei Nº13.146. Institui a lei brasileira de inclusão a pessoas com deficiência. Presidente da república. Brasília-DF; 2015. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. (2010). HumanizaSUS: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS (4. ed., 4. reimp.). Editora do Ministério da Saúde. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/documento_base.pdf
Brasil. Secretaria Nacional da Família Saúde Mental Boletim Fatos e Números. (2022). https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/observatorio-nacional-da-familia/fatos-e-numeros/5.SADEMENTAL28.12.22.pdf
Castaneda, L. (2019). Healthcare and the Biopsychosocial Model: understand to act. CoDAS, 31(5), e20180312. https://doi.org/10.1590/2317-1782/20192018312 DOI: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20192018312
Cláudia, A. (2010). A importância das relações familiares para a sexualidade e a autoestima de pessoas com deficiência física. 1–10.
COFFITO. Definição da Terapia Ocupacional. Brasília-DF; 2016. https://www.coffito.gov.br/nsite/?page_id=3382
Coppini, R. Z. (1998). Occupational therapy with older people with dementia. Revista de Terapia Ocupacional Da Universidade de São Paulo, 9(1), 20–25. https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.rto.1998.224826 DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.rto.1998.224826
Domingos, J. M., & Kebbe, L. M. (2016). ATUAÇÃO NA ÁREA DE SAÚDE MENTAL: PERSPECTIVA DE ESTUDANTES DE UM CURSO DE GRADUAÇÃO EM TERAPIA OCUPACIONAL. Cadernos de Terapia Ocupacional Da UFSCar, 24(2), 305–314. https://doi.org/10.4322/0104-4931.ctoao0616 DOI: https://doi.org/10.4322/0104-4931.ctoAO0616
Gomes, D., Teixeira, L., & Ribeiro. J. (2021). Enquadramento da Prática da Terapia Ocupacional: Domínio & Processo 4ªEdição. Versão Portuguesa de Occupational Therapy Practice Framework: Domain and Process 4th Edition (AOTA - 2020). https://doi.org/10.25766/671r-0c18
Gomes, R. Análise e Interpretação de Dados de Pesquisa Qualitativa. In: Minayo MCS, Deslandes SF, Gomes R. Pesquisa Social Teoria, Método e Criatividade. 26ªed; 2007; 79-106.
Lins, S. R. A., & Matsukura, T. S. (2015). A FORMAÇÃO GRADUADA DO TERAPEUTA OCUPACIONAL NO CAMPO DA SAÚDE MENTAL: A PERSPECTIVA DE DISCENTES E EGRESSOS. Cadernos de Terapia Ocupacional Da UFSCar, 23(4), 689–699. https://doi.org/10.4322/0104-4931.ctoao0613 DOI: https://doi.org/10.4322/0104-4931.ctoAO0613
Lins, V. S., & Gomes, M. Q. de C. (2019). Terapia Ocupacional no cuidado ao idoso com demência: uma revisão integrativa/Occupational therapy in the care of the elderly with dementia: integrative review. Revista Interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional - REVISBRATO, 3(1), 117–132. https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto13996 DOI: https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto13996
Merhy, E. E. (2005). Saúde: a cartografia do trabalho vivo. Hucitec.
Ministério da Saúde (2004). Acolhimento com avaliação de risco: Um paradgma de ético-estético no fazer em saúde. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento.pdf
O’Brien, B. C., Harris, I. B., Beckman, T. J., Reed, D. A., & Cook, D. A. (2014). Standards for Reporting Qualitative Research. Academic Medicine, 89(9), 1245–1251. https://doi.org/10.1097/acm.0000000000000388 DOI: https://doi.org/10.1097/ACM.0000000000000388
Oliveira, T. K. P. de, & Paraná, C. M. de O. B. (2021). Deficiência Física Adquirida e Aspectos Psicológicos: Uma Revisão Integrativa da Literatura. Revista Psicologia E Saúde, 97–110. https://doi.org/10.20435/pssa.v13i2.1212 DOI: https://doi.org/10.20435/pssa.v13i2.1212
Prado, M. F. do, Sá, M. de C., & Miranda, L. (2015). O paciente com transtorno mental grave no hospital geral: uma revisão bibliográfica. Saúde Em Debate, 39(spe), 320–337. https://doi.org/10.5935/0103-1104.2015s005419 DOI: https://doi.org/10.5935/0103-1104.2015S005419
Raimundo, J. S., & Cadete, M. M. M. (2012). Qualified listening and social management among health professionals. Acta Paulista de Enfermagem, 25(spe2), 61–67. https://doi.org/10.1590/s0103-21002012000900010 DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-21002012000900010
Ramos, L.R. (2002). Epidemiologia do envelhecimento. In: Freitas, E.V., Py, L., Neri, A.L., Cançado, F.A.X., Gorzoni, M.L., & Rocha, S.M. Tratado de Geriatria e Gerontologia, (pp. 72-78). Rio de Janeiro: Guanabara-Kogan.
Reed, F., & Fitzgerald, L. (2005). The mixed attitudes of nurse’s to caring for people with mental illness in a rural general hospital. International Journal of Mental Health Nursing, 14(4), 249–257. https://doi.org/10.1111/j.1440-0979.2005.00389.x DOI: https://doi.org/10.1111/j.1440-0979.2005.00389.x
Santos, F. H. dos, Andrade, V. M., & Bueno, O. F. A. (2009). Envelhecimento: um processo multifatorial. Psicologia Em Estudo, 14(1), 3–10. https://doi.org/10.1590/s1413-73722009000100002 DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-73722009000100002
Silveira DT e Cordova FP. A Pesquisa Científica. In: Gerhardt TE e Silveira DT. Método de Pesquisa. Editora Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1ª ed. 2009; 33-44.
Viegas, S. M. da F., & Penna, C. M. de M. (2015). As dimensões da integralidade no cuidado em saúde no cotidiano da Estratégia Saúde da Família no Vale do Jequitinhonha, MG, Brasil. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, 19(55), 1089–1100. https://doi.org/10.1590/1807-57622014.0275 DOI: https://doi.org/10.1590/1807-57622014.0275
World Health Organization. (2022). Health and Well-Being. World Health Organization. https://www.who.int/data/gho/data/major-themes/health-and-well-being
World Health Organization. (2022). World mental health report: Transforming mental health for all. Www.who.int; World Health Organization. https://www.who.int/publications/i/item/9789240049338
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional - REVISBRATO

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Declaração e Transferência de Direitos Autorais
O periódico REVISBRATO -- Revista interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional é publicado conforme o modelo de Acesso Aberto e optante dos termos da licença Creative Commons BY (esta licença permite a distribuição, remixe, adaptação e criação a partir da obra, mesmo para fins comerciais, desde que os devidos créditos sejam dados aos autores e autoras da obra, assim como da revista. Mais detalhes disponíveis no site http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/).

No momento da submissão do manuscrito os autores deverão encaminhar, nos documentos suplementares a Declaração de responsabilidade, conflito de interesse e transferência de direitos autorais, segundo modelo disponivel na página "Instruções aos autores"
- Uso de imagens e discursos
Quando um autor submeter imagens para capa, que não correspondam a pesquisas em formato de artigo e que não tenham obrigatoriedade de autorização de Comitê de Ética, assim imagens presentes em outras seções, deverá ser anexado o TERMO DE CESSÃO DE DIREITO DE USO DA IMAGEM E DE DISCURSO (disponível modelo na página "Instruções aos autores"). Somente é necessário que o autor principal assine o termo e o descreva conforme o modelo abaixo em word.