TERAPEUTAS OCUPACIONALES Y DISPOSITIVOS GRUPALES:

HECHIZOS Y ALINEAMIENTOS CON RAPS

Autores/as

  • Ana Carolina Drumond Couto Universidad Federal del São Carlos y Instituto Federal do Río de Janeiro https://orcid.org/0009-0008-5755-9186
  • Teresinha Cid Constantinidis Universidad Federal do Espírito Santo https://orcid.org/0000-0001-9712-3362
    Conflicto de intereses <a target="_new" class="action" href="{$competingInterestGuidelinesUrl}">CI Policy</a>

    Não há conflito de interesses.

DOI:

https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto72933

Palabras clave:

práctica de grupo., Terapia Ocupacional., Rehabilitación psiquiátrica

Resumen

Introducción: Este artículo es una ampliación de una tesis de maestría defendida por el Programa (información suprimida). El objetivo es comprender la producción del cuidado grupal desde la perspectiva de los terapeutas ocupacionales que actúan en la Rede de Atenção Psicossocial. Los grupos realizados en esta red están delineados con la Política Nacional de Humanização. En terapia ocupacional los dispositivos grupales combinan experiencias singulares y colectivas para descubrir intereses, dificultades y potencial. Métodos: Se trata de una investigación cualitativa con entrevistas semiestructuradas a siete terapeutas ocupacionales que realizan grupos en la Rede de Atenção Psicossocial. El procesamiento de los datos recopilados y su codificación se realizó mediante Análisis de Contenido. Resultados: Los datos mostraron regularidades discursivas que perfilaron un tema, el trabajo con grupos, del cual se configuraron tres subtemas: potencialidades del trabajo con grupos, el grupo como proceso y métodos de trabajo con grupos. Discusión: El cuidado grupal realizado por las participantes de este estudio apunta a procesos de inventiva y disponibilidad para la flexibilidad de miradas, roles y lugares ante lo inesperado. Las participantes evocaron elementos sobre planificación, gestión, escenarios y herramientas teórico-prácticas utilizadas. Las terapeutas ocupacionales entrevistadas señalaron como potencialidades la posibilidad de promover experimentaciones, crear vínculos, fortalecer grupalidades, afirmar y confrontar diferencias y sostener procesos que favorecen el “andar la vida”. Conclusión: La terapia ocupacional legitima los grupos y los conocimientos allí producidos qué colaboran con prácticas antiasilo, de acuerdo com la legislación brasileña y con los grupos como dispositivos.

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Biografía del autor/a

Ana Carolina Drumond Couto, Universidad Federal del São Carlos y Instituto Federal do Río de Janeiro

Possui graduação em Terapia Ocupacional (2016) pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, especialização em Atenção Primária à Saúde (2020) pela Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Atenção Básica da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, mestrado pela Universidade Federal de São Carlos. É professora no Centro Universitário Ozanam Coelho, em Ubá, Brasil.

Teresinha Cid Constantinidis, Universidad Federal do Espírito Santo

Possui graduação em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar (1987), mestrado em Psicologia Social pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo - IP-USP (2000), doutorado em Psicologia pela Universidade Federal do Espírito Santo - UFES (2011) e pós-doutorado em Terapia Ocupacional pela UFSCar. É professora do Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Espírito Santo - UFES, professora permanente do Programa de Pós Graduação em Terapia Ocupacional da Universidade Federal de São Carlos (PPGTO-UFSCar) e professora colaboradora do Programa de Pós Graduação em Psicologia - PPGP-UFES. Tem experiência na área de saúde mental, atuando principalmente nos seguintes temas: produção de cuidado em saúde mental; sofrimento psíquico e familiares; atividade humana e saúde mental; cotidiano e saúde mental.

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Publicado

2026-10-31

Cómo citar

Drumond Couto, A. C., & Cid Constantinidis, T. (2026). TERAPEUTAS OCUPACIONALES Y DISPOSITIVOS GRUPALES:: HECHIZOS Y ALINEAMIENTOS CON RAPS. Revista Interinstitucional Brasileira De Terapia Ocupacional - REVISBRATO, 10(4), 4476–4493. https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto72933