Siegfried Kracauer, crítico e historiador: extraterritorialidade e falsa consciência na ascensão do nazismo

Rafael Morato Zanatto

Resumo


O presente artigo demonstra como nos escritos cinematográficos de Siegfried Kracauer as críticas aos filmes A Rua (1923) e O último homem (1924), publicadas no Frankfurter Zeitung, apresentam conceitos fundamentais para a consolidação de um método crítico e histórico, social e estético imanente com o qual Kracauer irá embasar seu estudo sobre a ascensão do nazi-fascismo em De Caligari a Hitler (1947): o tédio, a distração e a falsa consciência que tomou de assalto uma sociedade alemã em crise.


Palavras-chave


Siegfried Kracauer; História; Crítica; Cinema; Nazi-fascismo

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