ESTOICISMO E EPICURISMO NA FILOSOFIA DE GILLES DELEUZE: UMA “IDENTIDADE DISCRETA”

Paulo Domenech Oneto

Resumo


Em entrevista para a revista Magazine Littéraire (setembro de 1988), Deleuze aceita a sugestão dos entrevistadores (Raymond Bellour e François Ewald) e apresenta sua trajetória intelectual em termos de três períodos. Referindo-se àquele que seria seu primeiro período, afirma ter começado por livros de história da filosofia, destacando que todos os autores por ele abordados teriam algo em comum. Este aspecto comum é apresentado de maneira breve, por meio da seguinte fórmula: “E tudo tendia na direção da grande identidade Spinoza-Nietzsche”.1

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