Crítica e clínica na autogenealogia de Nietzsche (1886-8)

Frederico Pacheco Lemos

Resumo


A proposta deste trabalho é analisar o movimento de releitura que Nietzsche faz de sua própria obra entre os anos 1886 e 1888, comentando os cinco prefácios a obras anteriormente publicadas (escritos em 1886) e o livro Ecce Homo (de 1888). Por essa via, perguntamos se caberia denominar este movimento de uma autogenealogia e problematizamos as possíveis correlações entre uma dimensão crítica  e uma dimensão clínica da filosofia de Nietzsche, por um lado, e entre a vida e a obra do autor, por outro; reavaliando por fim o alcance da tarefa nietzschiana por excelência: transvalorar todos os valores.


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