Aristote, et le plaisir 'propre' de la tragédie

Pierre Destrée

Resumo


Em sua Poética, Aristóteles utiliza repetidas vezes a expressão “prazer próprio” da tragédia. Neste estudo, eu gostaria de mostrar que esse prazer deve ser compreendido como um prazer que eu chamaria do tipo “emocional”, pois proveniente ou acompanhante do medo e da piedade, e que é necessário distingui-lo do prazer da catarse e dos prazeres de tipo cognitivo. Mas esse prazer, na medida em que provém de emoções que nós chamamos, hoje em dia, de “negativas”, porque penosas ou desagradáveis, é um prazer paradoxal, o que coloca a questão de saber como, ou o que permite que essas emoções desagradáveis produzam o prazer. De maneira correlata, mostrarei que nem a catarse, nem a cognição podem ter esse papel.


Palavras-chave


Poética. Tragédia. Aristóteles. Catarse. Emoções.

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