Entre a regra e a liberdade, entre o passado e o futuro: a aurora do pensamento estético moderno

Pedro Duarte de Andrade

Resumo


Este artigo apresenta a leitura feita pelos românticos alemães no século XVIII das lições poéticas aristotélicas clássicas, mostrando de que modo ela se contrapôs à interpretação do renascimento italiano e do neoclassicismo francês nos séculos XVI e XVII. Por trás desse confronto, estava a reclamação para que a arte fosse retirada do âmbito da estética tradicional prescritiva e normativa para adentrar a dimensão da estética do gênio, na qual a criação encontraria sua liberdade em relação à subordinação a regras.

Palavras-chave


Arte; Criação; Imitação; Romantismo; Aristoteles

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