Ebulição e sedentarização linguística, o lugar da economia de subsistência na formação do Português Brasileiro

Autores

  • Emílio Gozze Pagotto UFRJ

DOI:

https://doi.org/10.35520/diadorim.2018.v20n0a23264

Resumo

Neste ensaio apresento a hipótese de que a economia de mercado interno e, em especial, a de subsistência constituem o locus no qual se desenvolvem os processos linguageiros primordiais para a formação do português brasileiro. Tal assunção implicaria a adoção de um modelo de interferência pelo contato linguístico de longa duração, ao contrário do que pressupõem os modelos explicativos baseados na ruptura e regeneração, para dar conta do papel que o contato com línguas indígenas e africanas tiveram na formação do português do Brasil.

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Publicado

2018-12-30

Como Citar

PAGOTTO, Emílio Gozze. Ebulição e sedentarização linguística, o lugar da economia de subsistência na formação do Português Brasileiro. Diadorim: Revista de Estudos Linguísticos e Literários, Rio de Janeiro, v. 20, p. 53–63, 2018. DOI: 10.35520/diadorim.2018.v20n0a23264. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/diadorim/article/view/23264. Acesso em: 21 ago. 2026.