A sedução da escrita em <em>A Cidade de Ulisses</em>, de Teolinda Gersão, ou “um corpo” (de uma mulher, de uma cidade e de um livro) “com que se faz amor”

Autores

  • Ângela Beatriz de Carvalho Faria UFRJ

DOI:

https://doi.org/10.35520/diadorim.2011.v9n0a3927

Resumo

O leitor, extremamente seduzido pela escrita singular de A cidade de Ulisses, de Teolinda Gersão, pretende percorrer determinados caminhos de reflexão, a partir dos seguintes fragmentos textuais: 1) “Lisboa surgia como uma cidade de desejo, uma cidade de que se andava à procura”; 2) “Amar uma pessoa é falar-lhe quando ela não está presente”; 3) “A escrita como imagem, o legível e o ilegível como verso e reverso de uma imagem num espelho, as palavras reflectidas ou projectadas sobre a água”; 4) “Os turistas fogem em geral de si mesmos e procuram, obviamente, as cidades reais. Os viajantes vão à procura de si, noutros lugares, e preferem as cidades imaginadas. Com sorte conseguem encontrá-las. Ao menos uma vez na vida.”

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Biografia do Autor

Ângela Beatriz de Carvalho Faria, UFRJ

Professor Associado de Literatura Portuguesa -- UFRJ

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Publicado

2011-07-01

Como Citar

FARIA, Ângela Beatriz de Carvalho. A sedução da escrita em <em>A Cidade de Ulisses</em>, de Teolinda Gersão, ou “um corpo” (de uma mulher, de uma cidade e de um livro) “com que se faz amor”. Diadorim: Revista de Estudos Linguísticos e Literários, Rio de Janeiro, v. 9, 2011. DOI: 10.35520/diadorim.2011.v9n0a3927. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/diadorim/article/view/3927. Acesso em: 7 ago. 2026.

Edição

Seção

Literatura Portuguesa