Do grau de não perifericidade da vogal /a/ pós-tônica final

Plínio Barbosa

Resumo


O estudo objetiva caracterizar acusticamente a vogal /a/ pós-tônica do português brasileiro com dados de 8 falantes de 5 diferentes estados brasileiros. Com embasamento estatístico e o uso da técnica de normalização de Lobanov para os valores de frequências de formantes, mostra-se que a vogal /a/ pós-tônica é mais baixa e mais recuada que o centroide do espaço acústico das vogais, a posição esperada pelo schwa. Esse resultado é compatível com a mudança articulatória esperada do schwa para a vogal /a/ tônica, sendo a símbolo mais indicado para transcrevê-la, o [É].


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DOI: https://doi.org/10.35520/diadorim.2012.v12n0a3973

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