Tradução como encenação

Autores

  • Mayara Ribeiro Guimarães UFPA

DOI:

https://doi.org/10.35520/diadorim.2013.v13n0a3991

Resumo

Desde o século XIV, a questão da tradução envolve também a prática de reflexão sobre esse processo. Este ensaio busca seguir tal exercício e discutir sobre a reflexão da prática tradutória, partindo da metáfora do tradutor não apenas como traidor, mas, sobretudo, como ator, em que a escrita do outro espelha a escrita do próprio, já que aquilo que o autor escreve nunca lhe pertence por inteiro e nem lhe é completamente alheio. O objeto de investigação escolhido para essa meditação é o ensaio “Traduzir procurando não trair”, de Clarice Lispector, além de reflexões feitas por poetas tradutores brasileiros e portugueses.

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Publicado

2013-06-28

Como Citar

GUIMARÃES, Mayara Ribeiro. Tradução como encenação. Diadorim: Revista de Estudos Linguísticos e Literários, Rio de Janeiro, v. 13, p. 211–220, 2013. DOI: 10.35520/diadorim.2013.v13n0a3991. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/diadorim/article/view/3991. Acesso em: 9 ago. 2026.

Edição

Seção

Literatura Brasileira