A nasalidade fonológica no português e suas restrições

Autores

  • Leda Bisol PUC/RS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.35520/diadorim.2016.v18n0a4050

Resumo

Este artigo, que trata da nasalidade fonológica, estabelece uma relação entre propriedades da nasalidade e restrições gramaticais. Depreendida a gramática da vogal nasal, analisam-se os ditongos em palavras com flexão, que tornam a gramática relativamente mais complexa. Nesse contexto, por neutralização, emerge um só ditongo em palavra sem flexão.  A ideia norteadora é que o ditongo fonológico tem somente duas bases, aN e oN, enquanto a vogal dispõe de cinco vogais.

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Publicado

2016-04-23

Como Citar

BISOL, Leda. A nasalidade fonológica no português e suas restrições. Diadorim: Revista de Estudos Linguísticos e Literários, Rio de Janeiro, v. 18, p. 116–126, 2016. DOI: 10.35520/diadorim.2016.v18n0a4050. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/diadorim/article/view/4050. Acesso em: 6 ago. 2026.

Edição

Seção

Artigos