Interdiscursividade e oralidade nos contos “A menina que não falava”, literatura popular moçambicana, e “A menina sem palavra”, de Mia Couto
DOI:
https://doi.org/10.35520/diadorim.2024.v26n2a63422Resumo
Este trabalho tem como ponto de partida os conceitos de “interdiscursividade”, proposto por Ato Quayson (1997) e problematizado por Brugioni (2019), bem como “oralidade” analisado por meio dos estudos de Ana Mafalda Leite (2020), tais conceitos são observados nos contos selecionados para análise: “A menina que não falava”, do livro Moçambique, de Júlio Emílio Braz e “A menina sem palavra” do livro Contos do nascer da Terra de Mia Couto. Temos o intuito de ilustrar como as narrativas orais passeiam pelos tempos e espaços, encantam e inspiram outros contadores de estórias e, assim, entram pelos caminhos da escrita por meio de autores como Mia Couto. Estes autores buscam na tradição oral a inspiração para seus textos e, dessa forma, contribuem para o resgate e manutenção da memória e identidade de seu povo.
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