Manuela Margarido e Conceição Lima: insularidade e intertextualidade pós-coloniais
DOI:
https://doi.org/10.35520/diadorim.2024.v26n2a64433Resumo
A reflexão proposta neste artigo surge da leitura de textos - poéticos e críticos – de autoria de três mulheres são-tomenses, nomeadamente, as poetas Manuela Margarido e Conceição Lima, e a estudiosa de literatura Inocência Mata. Em particular, pretende-se analisar, comparativamente, um conjunto de poemas das duas autoras, a partir das sugestões e pistas críticas traçadas pela estudiosa, que serão aprofundadas recorrendo também a outras referências críticas e teóricas. Tendo em conta que a receção crítica de ambas as poetas sugere uma co-presença de atitude intimista e preocupação social, bem como de memórias pessoais e coletivas, o close reading dalguns poemas poderá iluminar mais concretamente esta afinidade, bem como a construção da representação da insularidade nas suas póeticas.
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