Poesia brasileira contemporânea de autoria feminina em diálogo com a literatura portuguesa: três casos
DOI:
https://doi.org/10.35520/diadorim.2025.v27n3a68318Resumo
A poesia brasileira se afastou notoriamente da matriz lusófona europeia no Modernismo. Pressões epocais específicas concorreram à altura para tal fenômeno; contudo, o contexto atual permitiu um retorno desse diálogo sob condicionantes novos – nomeadamente, não se trata mais de uma relação colônia-metrópole. O presente artigo investiga algumas expressões dessa interação cultural que retorna à cena literária brasileira. Sem pretensão de análise sistemática das obras dentro de suas estruturas próprias, esboça-se um panorama de breves presenças portuguesas via intertextualidade (Bakhtin, Fiorin) nos seguintes livros: Pangeia: a etimologia do ser, de Mariana Basílio; Olho reavido, de Luci Collin; Alquimista na chuva, de Assionara Souza. Conclui-se que um largo escopo diacrônico da literatura portuguesa tem sido visitado na poesia brasileira de autoria feminina recente.
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