Laura da Fonseca e Silva, uma poetisa nos primórdios do século xx

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35520/diadorim.2025.v27n3a68406

Resumo

Laura da Fonseca e Silva foi uma conhecida poetisa da cidade do Rio de Janeiro no início do século XX. Publicou Poesias (1915), Imaginação (1916), Meia dúzia de fábulas (1917) e Serenidade (1918). Para além da publicação em periódicos, tais obras encontraram menção na recepção crítica tanto de Nestor Vítor, em Cartas à gente nova (1924), quanto de Andrade Muricy, em Alguns poetas novos (1916) e O suave convívio (1922). O presente trabalho pretende investigar, via hierarquização de gênero, as razões do obscurecimento da poética a partir dos julgamentos negativos de Meia dúzia de fábulas e da leitura da obra, visto que a autora utilizou o gênero literário para ridicularizar hábitos da sociedade brasileira. Provavelmente em razão desse comportamento desafiador, Laura da Fonseca sofreu retaliações.

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Biografia do Autor

Katia Fernandes Lima, Universidade Federal Fluminense

Graduação em Letras: Literaturas em Língua Portuguesa, ano 2017, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente, integra o curso de Mestrado da Universidade Federal Fluminense, área de concentração: Estudos Literários, subárea: Literatura Brasileira e Teoria da Literatura.

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Publicado

2025-12-27

Como Citar

LIMA, Katia Fernandes. Laura da Fonseca e Silva, uma poetisa nos primórdios do século xx. Diadorim: revista de estudos linguísticos e literários, Rio de Janeiro, v. 27, n. 3, p. e68406, 2025. DOI: 10.35520/diadorim.2025.v27n3a68406. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/diadorim/article/view/68406. Acesso em: 10 mar. 2026.

Edição

Seção

DIADORIM VOLUME 27.3 - Especial - Dossiê de Literatura - Margens e travessias na produção poética de mulheres