Arte de rua, graffiti, pixo, reconhecimento, memória
Resumo
O objetivo deste artigo é descrever as dinâmicas relacionais da arte de rua a partir de um olhar para a trajetórias de artistas memoráveis de duas cidades brasileiras: São Paulo e Fortaleza. Desse modo, se há especificidades na forma em que os artistas de rua atuam nessas duas cidades, há também muitos pontos em comum, como a constituição de formas singulares de ocupação do espaço e de memórias políticas. Ao apresentar as especificidades das artes de rua e seus conflitos em duas cidades brasileiras, também se tentará situá-las no contexto político atual do país, mostrando como o Estado atua tanto para capturar ou reprimir essas intervenções.
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Biografia do Autor
Glória Diógenes, Universidade Federal do Ceará
Professora titular da Universidade Federal do Ceará (UFC, Fortaleza, Brasil) e docente do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS), da mesma universidade. É coordenadora geral do Grupo de Pesquisa do Laboratório das Juventudes (Lajus), da UFC, e membro fundadora da Rede Luso-Brasileira de Pesquisadores em Artes e Intervenções Urbanas (R.A.I.U.). Integra ainda a Rede Lusófona Todas as Artes, Todos os Nomes e a REAJ - Rede de Estudos sobre Experiências e Ações Juvenis. É doutora e mestre pelo PPGS/UFC e licenciada em ciências sociais pela mesma universidade.
Alexandre Barbosa Pereira, Universidade Federal de São Paulo
Professor do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp, Guarulhos, Brasil). É pesquisador associado do Laboratório do Núcleo de Antropologia Urbana (NAU) da Universidade de São Paulo (USP, Brasil) e do Grupo de Pesquisas Visuais e Urbanas (Visurb) da Unifesp. Membro fundador da Rede de Estudos Sobre Experiências e Ações Juvenis (Reaj). Tem doutorado e mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da USP e tem graduação em ciências sociais pela mesma universidade.
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