Ariley Dias
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Palavras-chave:
violência urbana, favela, crítica ao Estado, futuro, Zone Oeste da cidade do Rio de Janeiro
Resumo
As experiências passadas com grupos narcotraficantes, milicianos e o policiamento permanente são elementos da história singular do Jardim Batan, favela localizada no bairro de Realengo, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. A percepção dos moradores de que o programa de Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) fracassou gera um novo tipo de temporalidade. Se antes eles esperavam a chegada de novos bens devido à crença na ausência do Estado, agora anseiam por benefícios imediatos por não acreditarem na eficiência das ferramentas governamentais. Esta pesquisa baseia-se em uma etnografia realizada entre 2014 e 2016.
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Biografia do Autor
Ariley Dias, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Doutorando em sociologia do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, Brasil). Tem mestrado em sociologia (com concentração em antropologia) pelo mesmo programa e graduação em ciências sociais pela UFRJ. É pesquisador associado do Núcleo de estudos em Cidadania, Conflito e Violência Urbana (Necvu) da UFRJ.
Dossiê Tempo, Espaço e Sociabilidades na Zona Oeste Carioca
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