Demandas e restrições cotidianas tensionando normatividades e lógicas em uso na atividade investigativa: Estudo de caso da Polícia Civil de Minas Gerais

Eduardo Cerqueira Batitucci, Luís Felipe Zilli, Amanda Mátar de Figueiredo

Resumo


O presente artigo apresenta uma análise empírica de duas experiências de “fazer investigativo” colocadas em prática pela Polícia Civil de Minas Gerais nos últimos anos para apurar crimes de homicídio. A partir de trabalhos de campo realizados em duas delegacias especializadas de investigação de crimes contra a vida, foi possível compreender como a própria instituição policial, no cotidiano do que chamamos de seu “fazer investigativo”, contorna, reinterpreta, tensiona (e ocasionalmente rompe) limites normativos tradicionalmente impostos, tanto a ela quanto às suas funções, por dimensões culturais, estruturais e institucionais-legais vigentes. 

       

Palavras-chave


investigação policial, modelos investigativos, investigação de homicídios, Polícia Civil, organizações policiais

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DOI: https://doi.org/10.17648/dilemas.v14n1.32923

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