pandemia, percepções de estudantes, autoetnografias, ressignificação de vivências, sensibilidades
Abstract
Este artigo apresenta percepções que 84 estudantes tiveram dos quatro primeiros meses da pandemia de Covid-19, muitas(os) delas(es) calouras(os) em ciências sociais da Universidade de São Paulo (USP). A partir de autoetnografias e reportagens, interpretadas em diálogo com textos clássicos da antropologia e artigos de antropólogas(os) brasileiras(os), somos apresentadas(os) a variados espaços de confinamento, diversos arranjos familiares, sofrimentos, dúvidas, descobertas e reinvenções. Em meio a um contexto inusitado, fundamentos da antropologia se revelaram capazes de alargar horizontes cognitivos e analíticos, contribuindo para a ressignificação de vivências e emoções.
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Autor/innen-Biografie
Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer, Universidade de São Paulo
Professora do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade de São Paulo (USP, Brasil), onde lidera o Núcleo de Antropologia do Direito (Nadir). Coordena o Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, gestão 2019–2022. Tem doutorado e mestrado pelo PPGAS da USP e graduação em ciências sociais e em direito pela mesma universidade.
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à DILEMAS - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons tipo atribuição BY (CC-BY), que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.